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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Conectando-se:
Conhecendo Deus Pessoalmente


O que é preciso para se iniciar um relacionamento com Deus? Esperar que um raio caia? Devotar-se a obras de caridades em diferentes religiões? Tornar-se uma pessoa melhor para ser aceita por Deus? NADA disso. Deus deixou muito claro na Bíblia como podemos conhecê-lo. Aqui estão Quatro Princípios que irão explicar como você pode iniciar um relacionamento pessoal com Deus, agora mesmo...

Primeiro Princípio: Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida.

Deus criou você. Não é só isto, Ele te ama tanto que quer que você passe a eternidade com Ele. Jesus disse, "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João3:16).
Jesus veio para que cada um de nós pudéssemos conhecer e entender Deus de um modo pessoal. Jesus, somente, pode trazer significado e propósito para a sua vida.
O que nos impede de conhecermos a Deus? ...


Segundo Princípio: Todos nós somos pecadores e estamos separados de Deus; por isso não podemos conhecer nem experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida.

O fato é, nós precisamos de Jesus. A Bíblia diz, "...pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus" (Romanos 3:23). Embora Deus deseje ter um relacionamento conosco, nós naturalmente queremos fazer as coisas do nosso jeito.
Na realidade, nossa atitude pode ser de uma rebelião ativa ou indiferença passiva em relação a Deus, mas é tudo evidência do que a Bíblia chama de pecado. A Bíblia nos diz que "Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho" (Isaias 53:6).
O resultado do pecado nas nossas vidas é a morte--separação espiritual de Deus (Romanos 6:23). Mesmo que tentemos alcançar a Deus por nossos próprios esforços, nós inevitavelmente falhamos.
Este diagrama mostra um grande abismo que existe entre nós e Deus. As setas ilustram que nós podemos tentar alcançar a Deus através dos nossos próprios esforços. Podemos tentar fazendo boas obras, ou ganhar a aceitação de Deus através de uma vida santa ou de filosofias morais, mas nossas boas ações são insuficientes para cobrir os nossos pecados.
Como podemos atravessar este abismo?...



Terceiro Princípio: Jesus Cristo é a única solução de Deus para o nosso pecado. Por meio dele podemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida.

Jesus Cristo é a solução de Deus para o problema da imperfeição e maldade humana. Por causa da morte de Jesus na cruz, nossos pecados não têm que nos separar mais de Deus. No seu sofrimento e morte na cruz, Jesus pagou o preço por nossos pecados e, assim, ligou o abismo que existe entre nós e Deus. "Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus" (1Pedro 3:18).
Em vez de tentar alcançar a Deus com nossos esforços, nós simplesmente precisamos confessar nossos pecados e aceitar a Jesus e seu sacrifício como o único caminho a Deus. Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim" (João 14:6). Ele também disse, "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente" (João 11:25-26).
Mas Jesus não só morreu por nossos pecados como também ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15:3-6). Quando ele ressuscitou, ele provou, que sem dúvida, poderia verdadeiramente prometer a vida eterna -- que ele é o filho de Deus e o único meio pelo qual podemos conhecer a Deus. Ele disse, "Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16).
No entanto, somente conhecer os propósitos e planos de Deus não é o suficiente. Nós precisamos, por nossa própria escolha, aceitar a Jesus Cristo como pagamento dos nossos pecados e convidá-lo a entrar em nossa vida.
Não é suficiente conhecer estes três princípios...


Quarto Princípio: Precisamos receber a Jesus Cristo como Salvador e Senhor, por meio de um convite pessoal. Só então poderemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida.

A Bíblia diz, "Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus"(João 1:12).
Nós aceitamos a Jesus pela fé. A Bíblia diz, "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8, 9).
Aceitar Jesus significa acreditar que Jesus é o Filho de Deus, acreditar que ele é quem disse ser, e então convidá-lo a guiar e direcionar nossas vidas e a nos transformar em novas pessoas. (João 3:1-8).
Jesus disse, "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei" (Apocalipse 3:20).
Como você responderá a este convite de Deus? O que você fará com as declarações que Jesus fez?
Considere os dois círculos.

Vida controlada pelo Eu
"Eu" está no trono da vida.
Jesus está fora da vida.
Interesses são controlados pelo "Eu", quase sempre resultando em frustação.


Vida controlada por Cristo

Jesus está vida e no trono da vida.
"Eu" está se rendendo a Jesus.
Interesses são controlados por Jesus, resultando em harmonia com Deus.

Qual círculo representa melhor a sua vida ?
Qual círculo você gostaria que representasse a sua vida?
Começar um relacionamento com Jesus...

Você pode receber a Cristo agora. Lembre-se que Jesus disse: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei" (Apocalipse 3:20).
Você gostaria de aceitar a este convite? Aqui está como você pode responder.
As palavras que você usa para se comprometer com Deus não são importantes. Ele conhece as intenções do seu coração. Se você não sabe o que orar, estas palavras podem ajudar você:
"Jesus, eu quero conhecer você. Eu quero que você entre na minha vida. Obrigado por ter morrido na cruz pelos meus pecados para que eu pudesse ser totalmente aceito por você. Somente você pode me dar força para mudar e me tornar a pessoa que você quer que eu seja. Obrigada por perdoar os meus pecados e por me dar a vida eterna com Deus. Eu lhe dou a minha vida. Por favor, faça com ela o que você deseja. Amém."
Se você sinceramente pediu para Jesus entrar em sua vida agora, então ele entrou na sua vida como prometeu. Você iniciou um relacionamento pessoal com Deus.
O que vem a seguir é uma longa jornada de mudança e crescimento enquanto você conhece melhor a Deus, lendo a Bíblia, orando e interagindo com outros Cristãos, durante toda a sua vida.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Eterna Graça

Dependo da Graça

Izaías Mendes

Muitos esperam conseguir sozinhos
Alcançar um lugar diante de Deus
Confiam no poder do ouro,
Nas obras que podem fazer
Eu dependo da Graça de Deus pra viver,
Muitos confiam na própria sabedoria
Se erguem e batem no peito, dizendo quem são
Tentam, em vão, conseguir
Solução para os problemas seus
Eu prefiro parar e ouvir a voz de Deus.
Sem a Graça de Deus é impossível viver
Por mais que eu seja alguém
Tão sábio e poderoso aqui
Eu dependo da Graça de Deus pra viver.

Eterna Graça

Ellas

Composição: Valéria Lima
"Sofrendo em silêncio
Meu Jesus seguindo foi
Poderia desistir, mas foi fiel ao Pai
Grande foi Seu sacrifício
Expressado lá na cruz
Somos salvos pela graça de Jesus
Graça, eterna graça
Graça, favor imerecível
Fomos alcançados
Pela graça de Jesus
Perdoado estou, justificado sou
Pelo Seu eterno amor
Outrora condenados,
Pois caminhávamos em pecado
Até que um dia
A verdade chegou a nós
Jesus nos resgatou
Da eterna escravidão
Nos deu vida através do Seu perdão
Andava sozinho, sem ter um amigo
Até que um dia encontrei
A nova razão de viver
Todos os meu pecados,
Em Cristo, foram lavados
Não mais vivo eu
Mas Cristo vive em mim"

Me Convem Diminuir

Fonte da Vida

Enche o meu coracao de Ti
Pois sem Ti nao sou nada
Jesus
Tu es o meu valor
Es meu salvador meu maior amor
Tua beleza eu quero refletir
Exalar Teu perfume
Jesus
E ser santo como es
Ser puro como es
Te amar como me amou
Pois naquela cruz se entregou por mim
Me convem diminuir
Pra que o Senhor cresca em mim
Me convem esvaziar e encher-me de Ti
Negar tudo que sou
E ser Santo como Es
Tomar a minha cruz
E seguir-te meu Jesus

Me Esvaziar

Nívea Soares

Composição: Nívea Soares
Eu quero me esvaziar de mim
Eu quero me esvaziar da religiosidade
Eu quero me esvaziar de mim
Eu quero me esvaziar de todos os meu títulos
E de tudo o que me afasta de Ti, Jesus
Eu quero me esvaziar de mim
Eu quero me esvaziar das dores e desilusões
Eu quero me esvaziar de mim
Eu quero me esvaziar da prisão do passado
E de tudo o que me afasta de Ti, Jesus
Aonde eu irei Senhor?
Pois só Tu tens as palavras de vida eterna
Onde me esconderei?
Tu és o ar que eu respiro
Tua presença me atrai
(REFRÃO)
Então, inuda-me com Teu amor
Transforma-me com Teu amor
Atrai meu coração a Ti, Senhor
Move-me com Teu amor
E usa-me pra o Teu louvor
Ensina-me a ouvir o Teu coração
Eu me esvazio Senhor (3x)
Me leva em Teus braços de amor (3x)
(ESPONTÂNEO)
Eu me esvazio Senhor, de mim mesmo
Eu me esvazio dos meus títulos
Eu me esvazio da minha glória, sim Deus
Eu me esvazio da dor
Eu me esvazio do passado, do peso do pecado
Eu me esvazio, Senhor
Eu me esvazio, Senhor
Me leva em Teus braços de amor
Eu me esvazio, Senhor
De tudo que do homem eu me esvazio
Eu me esvazio, eu me esvazio
Assim como o Senhor Jesus, se esvaziou até a morte
Eu quero me esvaziar de mim mesma pra que Tu venhas me encher
Eu me esvazio, Senhor
Me leva em Teus braços de amor
Eu me esvazio, Senhor
Me leva em Teus braços de amor
Eu me esvazio, Senhor
Me leva em Teus braços de amor
Eu me esvazio, Senhor

Jesus Ama Você

Marquinhos Góes

Grandes provações tens passado em momentos tens chorado
Sem ter o que fazer
Sem ninguém pra conversar
Sem poder se levantar e reaguir
Quando alguém te fere com palavras
Que machucam o coração
As lagrimas dos olhos
Molham o seu rosto e é tanto sofrimento
Mas erga sua voz
E clame ao senhor
E Ele ouvira
O seu clamor
Refrão
Pra que temer
Se Cristo está contigo
Se Ele é teu Amigo
Pra que se Abater
Pra que ficar
Assim desse jeito
Ninguém é perfeito
Jesus Ama você
Saiba que Jesus te consola
Teu sorriso então renasce
Ao nascer da auvorada
E jamais te deixará
Mas erga sua voz
E clame ao Senhor
E Ele ouvirá
O seu clamor

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Em nossos lábios. Igreja Cristã Maranata.

Em nossos lábios sempre haverá um canto a Ti Jesus
Por tudo o que tens feito
E por tudo o que fará em nossas vidas
Queremos expressar
Nosso amor e gratidão a Ti Jesus
Pela nossa salvação e pelo Teu perdão
Resgatando-nos pra Tua adoração
O Teu amor nos sustenta Senhor
A Tua graça renova os corações e nos basta
Todo louvor e adoração
Pertence a Ti, eternamente
Nossas vidas, oh Senhor, entregamos
Em Teu altar pra Te adorar
Jesus
Faz de nós Senhor um vaso
Em Tuas mãos, para expressar
Todo louvor e adoração
Pertence a Ti, eternamente
Nossas vidas, oh Senhor, entregamos
Em Teu altar pra Te adorar
Jesus
Em nossos lábios sempre haverá um canto a Ti Jesus
Por tudo o que tens feito
E por tudo o que fará en nossas vidas


Abre O Coração

Igreja Cristã Maranata

Abre o coração
Abre o coração, deixa o Senhor entrar
E modificar pra sempre o teu viver
E neste louvor Deus vai se revelar
Para restaurar teu coração
CORO: (2X)
O Senhor só quer de ti sinceridade
Ele vê teu coração
Pra poder agir em teu favor
Para agir em teu favor
O Senhor só quer de ti sinceridade
Ele vê teu coração
Para derramar o seu amor

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Herói dos Heróis.



Uma missão coroada de paz,
alicerçada nas mãos
do supremo criador.
No coração exalava o amor
incompreendido na terra,
a estrela da manhã.
Mesmo sofrendo ele não reclamou.
Olhou pro céu e pediu pela humanidade.
Naquela cruz o herói dos heróis,
venceu a morte e levou ou!ou!
sobre si os meus pecados.
Ele deixou sua glória no céu,
veio revelar a luz do sol da justiça.
Ele ensinou a verdade e o amor,
provou do beijo da morte,
se entregou em meu lugar.
Mesmo sofrendo ele não reclamou.
Olhou pro céu e pediu pela humanidade.
Naquela cruz o herói dos heróis,
venceu a morte e levou ou!ou!
sobre si os meus pecados.
No coração exalava o amor
incompreendido na terra,
a estrela da manhã.
Mesmo sofrendo ele não reclamou.
Olhou pro céu e pediu pela humanidade.
Naquela cruz o herói dos heróis,
venceu a morte e levou ou!ou!
sobre si os meus pecados.
Hooou! Hooou! Aauu!
Hooou! Hooou!




segunda-feira, 2 de agosto de 2010

UM MILAGRE É.

Um milagre é
a minha vida aqui
neste lugar
sempre ao teus pés
Desde aquele dia
em que me alcançou
eu vivo para agradecer
o teu grande amor
Coro:
Este milagre é
a tua morte la na cruz
Jesus
dando me a vida
curando todas as minhas feridas.
Hoje posso ouvir
a tua voz em mim
eu posso ter
a tua direção
se você quiser
também o pode ter
é so abrir teu coração
e o receber.
Coro:
Este milagre é
a tua morte lá na cruz
Jesus
dando me a vida
curando todas as minhas feridas.
Final:Este milagre é.....
Jesus...
dando me a vida
curando todas as minhas feridas
dando me a vida
curando todas as minha feridas.


sábado, 24 de julho de 2010

Tudo é possível ao que crê.

Marcos 9.14-29 Lc 18.8 – Certa vez, Jesus ensinava aos discípulos sobre orar sempre e nunca desistir. Ao terminar, Ele fez uma pergunta: “Contudo, quando vier o filho do homem, achará, porventura, fé na terra?”

Pergunte para um pai de família que perdeu o emprego e que, há muito tempo, não consegue encontrar trabalho. Ele mais uma vez retorna para casa, depois de andar por horas e horas, e sem qualquer boa notícia de emprego. No seu coração, ele vai tendo aqueles diálogos interiores: “Até quando, meu Deus? Será que eu vou ficar assim para sempre? Será que vale a pena continuar vivendo? Eu não acredito mais que eu vá conseguir”. Ele chega a casa e liga a televisão em busca de notícias melhores e só ouve sobre guerras, recessão, aumento do número de desempregados, demissão em massa, miséria em diversas partes do país etc. Dentro do seu coração, continuam os diálogos interiores: “Está vendo? A situação só piora. Nada vai mudar. Não adianta. Você deve é desistir de tudo mesmo”.

Então ele ouve a esposa dizendo que o casamento da irmã acabou. O marido foi embora e se juntou com outra, deixando-a sozinha com dois filhos pequenos. O marido, simplesmente, abandonou a família depois de tanto tempo. Então ele se levanta e vai para o quarto a fim de dormir. Ele deita na sua cama, cansado, e começa a ouvir a discussão dos vizinhos. Mais uma vez o marido chegou bêbado em casa e agrediu a esposa. Ela começa a gritar. Os meninos pequenos começam a chorar. Ele ouve barulhos de objetos quebrando. E no seu coração, continuam os diálogos: “Provavelmente, mais uma noite de tumulto. Eu não vou conseguir dormir. Que vida difícil. Eu não vou agüentar. Nada vai melhorar na minha vida. Tudo está ficando cada vez pior. Em que eu vou acreditar?”.

É muito claro e terrível perceber de que maneiras o inimigo trabalha na sociedade. Como ele tem conseguido disseminar as suas idéias de destruição e pessimismo. É impressionante como as notícias da mídia e do dia-a-dia trabalham para destruir a fé no coração das pessoas. São apenas notícias de desgraça, de miséria, de corrupção, de doenças, de epidemias, de fome, de impunidade, de derrota. Sutilmente, essas notícias vão manipulando a mente das pessoas e roubam o ânimo dos corações. As pessoas pensam então, que essa sucessão de acontecimentos apenas segue a ordem natural das coisas. Elas vão perdendo a esperança e acham que nenhuma mudança é possível. O lema dessas pessoas acaba se tornando a lei de Murphy que diz: “Se alguma coisa pode dar errado, ela dará”.

Essa, sem dúvida, é uma estratégia diabólica. O diabo deseja destruir a fé em nossos corações e nos deixar desanimados. É ele quem quer roubar de dentro de nós a esperança. É ele quem quer nos fazer imaginar que não precisamos confiar em Deus para viver. É ele quem quer nos fazer olhar apenas para as circunstâncias. É ele quem sopra nos nossos ouvidos palavras de dúvida e de incredulidade. É ele quem nos encoraja a criticar e murmurar ao invés de louvarmos ao Senhor por todas as coisas. É ele quem tenta destruir a fé de nossos corações. E nós precisamos dizer basta!

Leia no livro de Marcos, capítulo nove, versículos 14 a 29. O contexto maior dessa passagem são a incredulidade e dúvidas. É de falta de fé e de incompreensão. As pessoas não criam, e por isso, não conseguiam compreender as coisas que Deus estava realizando.

No início do capítulo nove, a Bíblia fala sobre a transfiguração de Jesus, e é possível identificar que os discípulos Pedro, Tiago e João, não entenderam muito bem o que estava acontecendo. Tanto que no versículo cinco, Pedro dá uma sugestão absurda a Jesus, exatamente porque ele não estava entendendo nada. Ele não sabia o que dizer diante daquela manifestação tão gloriosa da presença de Deus. Logo em seguida, Jesus fala de João Batista, mostrando que ele era Elias, aquele que as Escrituras Sagradas afirmavam vir para preparar o caminho. Mas, as pessoas também não conseguiram enxergar isso. Elas estavam cegadas. Elas não compreendiam nem mesmo as Escrituras. Nos tempos de Jesus, também havia essa nuvem de incredulidade. As pessoas não tinham fé. Elas não criam que as coisas poderiam ser diferentes. Elas eram cheias de dúvidas. Elas não conseguiam compreender muitas coisas. A visão delas era muito limitada.

Esse é um dos retratos da sociedade dos dias de hoje. Caos para todo lado, recessão, miséria, desigualdade social, famílias destruídas, casamentos falidos, rumores de guerra, corrupção etc. Esse, da mesma maneira, era o clima nos tempos de Jesus.

Voltando aos versículos 14 a 29, vemos a história de um jovem que, desde a infância, estava possesso de um espírito mudo. Por diversas vezes, quase havia morrido. No testemunho do pai, ora o demônio o lançava na água, ora no fogo, para matá-lo. Uma vida sofrida tanto para o menino quanto para os pais. O menino não podia ter sonhos ou aspirações por causa da sua situação. E há tempos, nada de novo acontecia. Certamente, ele já havia tentado muitas coisas. E, por isso, ele estava ali para mais uma tentativa.

E, de repente, aquele homem se encontra com os discípulos de Jesus. A fama de Jesus e de seus discípulos era grande por causa dos muitos milagres que eles já haviam realizado. Mas quando pede aos discípulos que façam alguma coisa, nada acontece. O pai do menino então recorre a Jesus, dizendo: “Mas, se o senhor pode, então nos ajude. Tenha pena de nós”. A resposta de Jesus foi simples: “Se eu posso? Tudo é possível ao que crê”. O pai do rapaz poderia simplesmente ter pensando que aquela seria mais uma tentativa frustrada de salvação, mas, não foi essa a postura. O pai não somente respondeu, como gritou: “Eu tenho fé! Ajude-me a ter mais fé ainda!”. Jesus interveio, e então, o menino foi liberto.

Tudo é possível ao que crê. Se cremos que a solução dos nossos problemas estão em Cristo, então é possível acreditar que nem tudo está perdido. Se cremos em Jesus, então é possível acreditar que há esperança, por mais desanimadoras que as coisas pareçam. Deus é o Deus do impossível! Foi Ele quem libertou o jovem da opressão maligna, quando há anos a família vinha sofrendo com o problema.

Se o mundo, as situações da vida, as pessoas que te cercam, tentam desanimá-lo, diga basta! Afinal, tudo é possível ao que crê!




Como ler a Bíblia?

Muita gente não sabe como ler a Bíblia; perguntam por onde começar a leitura e como fazer para entender o que está escrito. O que parece difícil é, na verdade, muito simples. Toda a Bíblia é riquíssima, mas começar pelo Novo Testamento vai fazer você entender melhor o Velho Testamento. Além disso, ao ler o Novo Testamento você vai conhecer Jesus e se “apaixonar” por Sua fascinante personalidade, pela Sua liderança e, acima de tudo, pelo Seu imenso amor, que o levou à cruz do Calvário para morrer e ressuscitar para nos salvar.

A Bíblia dever ser lida e compreendida em todo o seu contexto. Claro que o Senhor pode falar por intermédio de apenas um verso, mas não faça dos versículos um “horóscopo gospel”. Leia-os e deixe Deus falar com você. Ore e medite no que leu. Peça ao Espírito Santo para lhe dar entendimento. Você vai se maravilhar conhecendo cada vez mais a Deus e com o que vai aprender com Ele.
  

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A verdadeira santidade

A santidade é obra da graça (Cl 2.6,7) Para que sejamos uma geração que marca na hora da conquista, é imprescindível que vivamos a verdadeira santidade. Ninguém, na história da igreja, fez grandes conquistas sem viver a verdadeira santidade.

Don Richardson foi um grande missionário do século XX. Numa das suas preleções, ele contou a história da conversão de um povo que vivia na Nova Guiné (um país que fica próximo à Austrália). Esse povo era conhecido como “Dunis”, e viviam, em pleno século XX, como se estivessem na Idade da Pedra. Eles jamais tinham tido qualquer contato com alguma pessoa civilizada, e portanto, nunca tinham tido contato com o evangelho. Uma característica dos “Dunis” que chamou a atenção dos missionários era que 90 a 95 por cento das pessoas daquele povo tinham menos do que cinco dedos nas mãos; alguns tinham apenas dois dedos na mão esquerda e três na direita. Aquilo intrigou os missionários, mas eles não obtiveram uma resposta para aquele fato até que morreu uma pessoa da tribo.

O ritual fúnebre praticado pelos Dunis era bastante singular. Os mortos não eram enterrados; eles eram colocados em uma grande mesa feita de pedras e ali eram queimados. Toda a família, desde o mais novo até o mais idoso, saía de diante da mesa de cremação e seguia em direção a uma mesa de madeira. Atrás dessa outra mesa ficava um membro da tribo com uma pedra bastante afiada nas mãos, e ali os membros da família do falecido estendiam uma das mãos, colocavam-na sobre a mesa e tinham uma das falanges do dedo cortada fora. Isso assustou os missionários, mas também os fez entender o porquê das pessoas terem menos de cinco dedos nas mãos: eles descobriram que essa prática se relacionava com a busca de Deus. Aquelas pessoas ansiavam por Deus, e imaginavam que Deus só se encontraria com elas depois de terem sofrido bastante. Por isso, sempre que possível, elas aumentavam seu próprio sofrimento.

Quantas pessoas não estão vivendo assim nos dias de hoje, buscando o sofrimento como um meio de se encontrarem com Deus, se esforçando em si mesmas para alcançarem a salvação e a santidade?

A santidade é obra da graça (Cl 2.6,7)

Paulo diz: Ora, como recebestes Cristo Jesus (…). Isso se deu quando aquelas pessoas ouviram e entenderam a graça de Deus (Cl 1.6), não mediante o esforço delas mesmas ou porque eram virtuosas, cheias de qualidades ou boas em si mesmas. Elas reconheceram que seus esforços, suas virtudes, suas boas obras e seus sofrimentos não acrescentavam nada para sua salvação; por isso, desistiram de tentar fazer alguma coisa e se entregaram completamente a Deus, mesmo vazias, derrotadas e frustradas consigo mesmas, porém confiantes de que se elas não puderam fazer nada para conquistar a salvação, Deus era poderoso para salvá-las. A salvação, portanto, caracteriza-se por um ato de entrega e de confiança no amor e na provisão de Deus. Só recebe a Cristo aquele que se esvazia de si mesmo, entregando-se completamente a Deus.

O texto continua, dizendo: Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele (…). Paulo fala aqui sobre dois processos que acontecem na vida do cristão: salvação e santificação. A salvação vem pela graça. E a santificação vem da mesma forma, segundo o texto. Portanto, é a graça de Deus que nos salva e nos santifica.

A verdadeira santidade

Como se expressa a verdadeira santidade? O apóstolo Paulo responde a essa pergunta de maneira muito didática. Primeiro, ele mostra como não se expressa a verdadeira santidade, e depois faz o oposto:
Cl 1.8: “Cuidado, que ninguém vos venha enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”. Para entendermos melhor o que Paulo está querendo dizer, é importante entendermos o significado da palavra “filosofia”. Aqui, filosofia não diz respeito aos pensamentos que excluem Deus, nem a um curso universitário. Josefo, um historiador do tempo dos apóstolos, disse: “Existem três formas de filosofia entre os judeus: os seguidores da primeira escola são chamados fariseus, os da segunda, saduceus, e os da terceira, essênios”. Assim, “filosofia”, no texto, significa qualquer tipo de conhecimento acumulado sobre Deus ou sobre qualquer outro assunto. Segundo Paulo, a verdadeira santidade não é comprovada pelo conhecimento que uma pessoa consegue acumular. Os fariseus, por exemplo, tinham um vasto conhecimento sobre Deus, mas Jesus os chamou certa vez de filhos do diabo (Jo 8.44). É impossível que algum filho do diabo apresente santidade. O próprio diabo também conhece a Escritura, mas para ele está reservado o fogo do inferno.

Paulo faz ainda um segundo alerta:
Cl 2.16: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida ou bebida, ou dia de festa, ou lua nova ou sábados”. O alerta de Paulo é contra o engano promovido pela vida de devoção. Muitas pessoas imaginam-se vivendo a verdadeira santidade pelo fato de expressarem, com muita intensidade, o comportamento religioso. Nos tempos de Paulo, as pessoas imaginavam que a verdadeira santidade era evidenciada se a pessoa fizesse distinção entre alimentos e alimentos, ou se ela prezasse o comparecer a eventos religiosos. Os fariseus agiam dessa maneira, mas Jesus lhes disse: “Ai de vos, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois não entrais nem deixais entrar os que estão entrando! Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós” (Mt 23.13,15). Mas ninguém é mais santo porque deixa de comer isso ou de beber aquilo, ou porque participa desse ou daquele evento.

Por fim, Paulo faz um último alerta:
Cl 2.18: “Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões”. Aqui, Paulo afirma que as experiências sobrenaturais ou místicas não são um sinal que comprova a verdadeira santidade. As pessoas ali estavam vendo e adorando anjos. Por imaginarem que Deus era inacessível, elas começaram a buscar ajuda e revelação de anjos, as tiveram. Miguel, o líder das hostes angelicais, era largamente adorado na Ásia Menor e a ele eram atribuídas muitas curas miraculosas. Com base nessas visões, muitos imaginavam-se espirituais, andando na verdadeira santidade. A essas pessoas Paulo diz não. Jesus mesmo chegou a afirmar: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos naquele dia hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mt 7.21-23).

Concluindo, Paulo diz: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria…todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Cl 2.23). Apesar de parecerem sinais da verdadeira santidade, essas referidas práticas e expressões não conseguem refrear os impulsos da carne; antes, muito facilmente os promovem.

Os sinais que comprovam a verdadeira santidade Cl 3.1-3: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus”. Aqui, Paulo faz uma afirmação condicional. Ele diz que se as pessoas morreram em Cristo e com ele ressuscitaram, então necessariamente uma mudança se operou na vida delas. E essa mudança as leva a viver um novo estilo de vida, a que podemos chamar de santidade.

Cl 3.2: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. O primeiro sinal da verdadeira santidade é o anseio pelas coisas celestiais. Aquele que nasceu de novo, que vive em santidade, anseia por Deus mais do que por todas as outras coisas. Contudo, o anseio por Deus é um aspecto subjetivo, que não pode ser medido muito facilmente. Por outro lado, o anseio por Deus leva a pessoa a tomar naturalmente duas atitudes práticas, que facilmente podem ser medidas.

Cl 3.5: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria”. A verdadeira santidade, além do anseio por Deus, se expressa por meio da morte do velho homem. Aqui, Paulo enumera cinco vícios da carne, que são destruídos pelo que é santo. O primeiro vício colocado nessa lista é a prostituição, que se refere à toda relação sexual ilegal e ilícita, e portanto envolve o adultério, a fornicação (o sexo antes do casamento), a bestialidade e outras formas de relação sexual que são anti-naturais e anti-bíblicas. Aquele que vive em santidade vai matando progressivamente esse vício em sua vida.
A seguir, o apóstolo Paulo fala da impureza. Aquele que vive em verdadeira santidade se esforça para deixar de lado os maus intentos do coração, os maus pensamentos e as inclinações da carne: a pornografia, os atos libidinosos e a masturbação.
Paulo continua a lista daquilo que o santo faz morrer. Ele faz morrer a paixão lasciva, o desejo maligno e a avareza. Paixão lasciva e desejo maligno têm praticamente o mesmo sentido, e significam todo tipo de desejo que não é voltado para Deus. Assim, aquele que tem os olhos voltados para as coisas materiais está alimentando desejos malignos no coração. Essa busca por admiração pode se dar até mesmo em relação a coisas espirituais. Há pessoas que oram não porque amam a Deus, mas sim porque desejam receber a admiração de outras pessoas, que as chamam de espirituais. O mesmo pode acontecer no tocante à leitura da Bíblia e ao jejum.
O último vício enumerado por Paulo é a avareza. Nesse texto, avareza não se restringe ao amor ao dinheiro; antes, abrange todo tipo de busca do bem pessoal por egoísmo. Portanto, tudo o que a pessoa faz pensando em si mesma e não em Deus é uma forma de egoísmo. Em outras palavras, ela se coloca no lugar de Deus e, portanto, promove a idolatria. Paulo diz que aquele que vive a verdadeira santidade dia após dia mata todos esses vícios. Ele não permanece na passividade, mas sempre busca a força que Jesus lhe pode dar.

Por fim, Paulo apresenta outro sinal que comprova a verdadeira santidade.
Cl 3.12: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”. A verdadeira santidade se expressa por meio do revestimento de Cristo. Aquele que é santo se torna, a cada dia, mais parecido com Jesus. Paulo enumera algumas das expressões da vida de Jesus. Ele diz que a verdadeira santidade se revela na misericórdia, na bondade, na humildade, na mansidão e na longanimidade.
A misericórdia aponta para a compaixão de um ser humano para com outro. Aquele que é misericordioso nunca é acusador e nem crítico; antes, ele se oferece para ajudar e auxiliar aquele que está em situação de miséria. Por isso, ele é também bondoso.
Sem dúvida, a bondade é um reflexo da humildade que existe no coração daquele que é santo. Ele sabe que o seu coração é enganoso, e que ele não é melhor do que qualquer outra pessoa. Antes, ele reconhece que é Deus quem o sustenta; por isso, ele também é uma pessoa mansa.
A mansidão é uma característica na vida daqueles que reconhecem que suas vidas estão inteiramente nas mãos de Deus. Eles sabem que se algo não aconteceu do modo como eles esperavam, eles não devem se desanimar ou murmurar; antes, devem confiar em Deus, que faz todas as coisas de modo perfeito. Naturalmente, a mansidão conduz à longanimidade.
Aquele que é verdadeiramente santo é paciente. Ele sabe que Deus vai fazer as coisas no tempo certo; por isso, ele descansa em Deus.

Todas essas expressões existiam na vida de Jesus. Aquele que anda na verdadeira santidade as possui na sua vida, e a cada dia ele se torna mais parecido com Jesus.




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